CICLO INTEGRIDADE
corpo e desvario
10 semanas para habitar o corpo com alegria
e proteger o Self de armadilhas invisíveis
Conto Sapatinhos Vermelhos e a Mulher Borboleta,
Grupo Terapêutico de Leituras com Lu Brites • Início 23 de março
10 semanas, às segundas
das 19h às 20h30
online - Plataforma Zoom
Facilitação: Lu Brites – artista, professora de Yoga e analista junguiana
Incluso: Aula aberta no dia 16 de março de 2026

SOBRE OS ENCONTROS
Esse é um grupo terapêutico de leitura. Que ocorre toda segunda-feira às 19h. Onde utilizamos o livro "Mulheres que Correm com os Lobos" de Clarice Pinkola Estés como farol, que nos permite elaborar questões que são comuns na psique de toda a mulher.
Vamos ao encontro de nossa MULHER SELVAGEM!
O corpo julgado ou desprezado não dá espaço para expressão da alma. Não existe beleza, existem belezas. A falta de identificação com o próprio corpo, o desejo constante de não ser como se é, destrói o chão psíquico das mulheres. É preciso tocar no valor da própria carne e ressignificar o espelho. Enquanto estivermos matando nossa imagem, ao buscarmos Outra no reflexo, não atravessaremos o portal para imensa potência que há no Si-mesmo.
“Sapatinhos Vermelhos, a integração do desvario. Sem o desvario, somos máquinas distantes da alma. Mas se ele nos arrastar floresta adentro, perderemos a trilha no meio da noite. Desejos demasiados negados produzem mulheres muito soltas no desvario ou privadas dele. A intensidade das emoções e anseios pode pulsar canalizando forças – nem extinguir, nem incendiar, aquecer. Segunda parte do ciclo.”
— Lu Brites —
ESSE CICLO É PARA AQUELA QUE...
1. Já cansaram de fazer dieta, mudar o corpo, “se consertar” e ainda assim se sentirem erradas
2. Sentem que vivem entre extremos: controle rígido x perda de controle
3. Sentem que, em algum ponto da história, colocaram seus próprios “sapatos feitos à mão” no fogo – e agora querem reconstruir uma vida que faça sentido para o Self
4. Estão cansadas da guerra com o próprio corpo
5. Reconhecem repetições dolorosas em seus desejos, escolhas e relações
6. Intuem que há uma fome de alma por trás de tudo isso – e desejam se aproximar desse chamado com respeito
Este Ciclo aborda o Conto Sapatinhos Vermelhos e a Mulher Borboleta, a partir das leituras dos capítulos 7 e 8 de Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés.
No conto dos Sapatinhos Vermelhos, vemos como o desejo legítimo de viver pode ser capturado por promessas brilhantes que nos colocam em terrenos perigosos para a psique, nos levando até a exaustão e perda do senso de quem somos.
A Mulher Borboleta nos convida a perceber o quanto tratamos nossos corpos de mulheres como vitrine, projeto, campo de batalha. Entre dietas, comparações e autoexigência, perdemos o chão psíquico, tornando o corpo inimigo, o espelho um tribunal e o desejo um problema.
As mulheres que chegam aqui costumam estar em algum desses lugares internos:
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em guerra com o próprio corpo – sempre “exagerado”, “faltando”, “errado”
-
os espelhos são tribunais
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os desejos são ou totalmente negados (a boa moça domesticada) ou explodem em excessos (a desvairada)
-
há uma fome de alma: algo dentro sabe que não dá mais para sobreviver de migalhas, mas ainda não vê um caminho criativo.
Campos simbólicos que vamos atravessar
O corpo jubiloso
O corpo como lugar de presença da alma, e não como objeto a ser corrigido.
A pluralidade das belezas e o lento trabalho de ressignificar o espelho.
A carne selvagem
Recuperar sensação, instinto, limite, gesto próprio.
Permitir que o corpo seja território, não apenas vitrine.
Sapatinhos Vermelhos & Mulher Braba
O conto como mapa das compulsões, do desvario que arrasta, das promessas que brilham e cobram caro depois.
A mulher que já foi domesticada demais e precisa reaprender a confiar em seus próprios pés.
Armadilhas, arapucas e iscas envenenadas
Ver com mais nitidez o que nos pede, direta ou sutilmente, que queimemos nosso tesouro vital:
relações, discursos, padrões internos, dinâmicas de exaustão e auto abandono.
Retorno à vida feita à mão
O doloroso, mas necessário, gesto de arrancar os sapatinhos – a separação de dinâmicas destrutivas que pareciam “vida”.
Tempo de reconstruir: reaprender limites, ritmos, escolhas que protegem o Self.
Pequenas práticas cotidianas que reabrem o caminho para o corpo jubiloso e para uma vida psíquica com chão.
Ao longo de 10 semanas vamos:
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ler fielmente o livro
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abrir espaço para escuta, simbolização e partilha
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aproximar o texto da experiência concreta de cada mulher
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deixar que os símbolos atuem no tempo próprio da psique
As leituras e elaborações, permitem que cada mulher, no seu ritmo:
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encontre novas formas de se relacionar com o corpo
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ampliar consciência das armadilhas internas e externas que atacam o Self
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nomeie de forma honesta sua própria história
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propostas suaves para a semana (reflexões, pequenas anotações, observação de si)
Não há tarefas obrigatórias nem exigência de exposição.
Cada mulher participa na medida em que sente segura.
Esse é um convite para habitar mais a si mesma, reconhecer as armadilhas que te afastam de quem você é, e deixar que a sabedoria do livro te acompanhe nesse trecho da jornada.
DÚVIDAS FREQUENTES:
“Será que vou conseguir acompanhar o grupo que já está em andamento?”
Sim, disponibilizaremos uma aula de resumo dos primeiros capítulos.
“Não conheço ninguém, fico com vergonha…”
E se eu te disser que muitas pensam o mesmo que você. Aqui é o lugar de se reconhecer nas outras. Com as mesmas dores, dilemas... A gente chega com o que tem, e é suficiente.
“Não tenho conhecimento sobre psicologia, filosofia, me sinto insegura…”
A sua experiência e de cada uma que está no grupo é muito mais rica que qualquer livro ou ensinamento...esses saberes apenas nos acendem luzes que nos permitem enxergar as coisas de uma forma mais nítida, e é isso que nós fazemos em grupo.
“E se eu não conseguir estar ao vivo em todos os encontro?”
Todas as aulas ficam gravadas, claro que a experiência ao vivo permite que você participe também. Mas você acompanha no seu ritmo.
"Será que vale a pena agora?"
Sempre vale a pena entrar em contato consigo mesma. Janeiro é o mês do recomeço. Se existe uma hora perfeita para escolher pertencer a si mesma, é essa.
O grupo pode ser a sua turma.
Mas só tem um jeito de descobrir: chegando.

Quem é Lu Brites
Artista do corpo e da alma. Yogini desde os 14 anos e atuante nas artes cênicas há mais de 25, transita entre o palco, a sala de aula e os caminhos sutis da psique.
Professora de yoga, bailarina, atriz, coreógrafa e diretora de movimento, é criadora do Método DOM e fundadora da DOM School — onde arte, corpo e inconsciente se entrelaçam como vias de cura e expressão.
Especialista em psicologia junguiana, Lu tece sua prática com escuta profunda, imaginação e presença sensível. Seu trabalho é um convite ao retorno à essência, ao despertar da criatividade e à plenitude do ser.
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Análise Junguiana com Lu Brites
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Ou outros temas relacionados às nossas atividades
