
Há livros que terminamos de ler.
E há livros que continuam acontecendo dentro de nós.
Mulheres que Correm com os Lobos pertence ao segundo tipo.
Foram quatro anos debruçada sobre a obra de Clarissa Pinkola Estés, na companhia de um grupo deslumbrante de mulheres. Encontros que aconteceram religiosamente todas as segundas-feiras, às 19h.
Agora, chegamos ao último ciclo desta longa travessia — porque, por aqui, tudo circula.
SOBRE ESSE CICLO
Serão 11 encontros que ocorrerão toda a segunda das 19h às 21h online e ao vivo. Conduzidos por Lu Brites, atravessaremos os capítulos 11 a 15 e o posfácio de Mulheres que Correm com os Lobos. Um percurso sobre sexualidade, território, raiva, cicatrizes, iniciação, sombra — e sobre aquilo que acontece quando a Mulher Selvagem deixa de ser apenas uma imagem buscada e começa a se tornar uma presença vivida.
PARA MULHERES QUE...
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já foram atravessadas por Mulheres que Correm com os Lobos e querem aprofundar sua leitura;
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começaram o livro, mas sentem que algumas histórias pedem companhia para serem atravessadas;
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se interessam pela dimensão simbólica dos contos e pela Psicologia Analítica;
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estão vivendo momentos de mudança, encerramento ou reconstrução;
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desejam um espaço de leitura, reflexão e troca entre mulheres.E fecharia com:Você não precisa ter participado dos ciclos anteriores. Pode chegar agora.
O QUE ACONTECE DEPOIS QUE ENCONTRAMOS A MULHER SELVAGEM?
Depois de recuperar seus instintos, reconhecer o predador, reencontrar a própria pele e sustentar a vida criativa, a mulher precisa aprender a viver no mundo com aquilo que recuperou.
Os capítulos finais falam de uma mulher que se torna capaz de habitar o próprio corpo, demarcar seu território, reconhecer a potência da raiva, carregar suas cicatrizes, atravessar iniciações profundas e escutar o canto que vem das regiões subterrâneas da psique.
Como encarnar a Mulher Selvagem depois de tê-la encontrado?
A Mulher Selvagem, antes buscada como imagem, passa a ser sustentada como presença: sexual, criativa, territorial, ferida, iniciada, instintiva e profundamente viva.

EIXOS DO CICLO
Sexualidade sagrada, humor e vitalidade
Data dos encontros: 21/09 — Capítulo 11
Baubo nos conduz de volta ao corpo, ao riso e à sexualidade como força vital. Um encontro com aquilo que rompe a rigidez, devolve movimento à libido e nos reaproxima dos mistérios da vida.
Território, raiva e perdão
28/09 e 05/10 — Capítulo 12
A raiva pode revelar onde algo precioso foi invadido, silenciado ou ferido. Aqui, ela deixa de ser apenas algo a controlar e se torna uma força capaz de demarcar limites, proteger a vida e abrir caminho para o perdão.
O clã das cicatrizes
12/10 — Capítulo 13
Nem toda ferida precisa desaparecer. Algumas se tornam marcas daquilo que atravessamos. Um encontro sobre reconhecer nossas cicatrizes como memória, consciência e testemunho da própria história.
A iniciação na floresta subterrânea
26/10, 02/11, 16/11, 23/11, 30/11 e 07/12 — Capítulo 14
Há momentos em que antigas formas de existir já não sustentam a vida — e aquilo que virá ainda não nasceu. A Donzela Sem Mãos nos leva a esse território de perda, descida e transformação, onde uma nova forma de ser começa lentamente a ser gestada.
O canto profundo
14/12 — Capítulo 15 e encerramento
Um encontro com aquilo que vive abaixo da superfície da consciência: impulsos, imagens, desejos e saberes que ainda não encontraram palavras. Escutar o canto profundo é aprender a reconhecer a inteligência que se move silenciosamente dentro de nós.
A experiência vivida
Posfácio
Depois de tantos contos, símbolos e travessias, uma última pergunta:
O que este livro transformou em minha maneira de viver?
O posfácio será nosso espaço de integração — não apenas para compreender o caminho percorrido, mas para reconhecer o que dele permanece vivo em nós.
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Who is Lu Brites?
Active in the Brazilian performing arts and a yogini since the age of 14, Lu Brites is a yoga teacher, dancer, actress, choreographer, body trainer, movement director for over 25 years, creator of the DOM Method and DOM School.
Lu Brites brought all her experience on stage, screens and classrooms to the school as a way of amplifying teaching that enhances the health and creativity of every human being.



